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Sintra Portugal Pro arranca na Praia Grande com portugueses a dar nas vistas

GoncaloeCenteno

 

O Sintra Portugal Pro (13 a 18 de Setembro) arrancou hoje com condições muito difíceis para as primeiras rondas de Open masculino e Projunior, com ondas a rondar os 2 metros e muitas correntes.

Factores com que os bodyboarders nacionais em competição souberam lidar bem, com Daniel Fonseca, Gonçalo Pinheiro e Simão Monteiro a venceram os seus heats, passando à segunda ronda. Ricardo Rosmaninho, que o ano passado foi uma das sensações da prova, passou em segundo lugar de um heat marcado pela surpreendente vitória do desconhecido senegalês Aymeric Senghor.

Entre os portugueses, a nota de destaque vai para o penichense Daniel Fonseca. Regressado de uma temporada de 7 meses na Austrália, o jovem português, de 21 anos, somou o maior total do dia (17,17) e promete dar luta à competição internacional durante os próximos dias.



Projunior sem surpresas

No projunior, as principais figuras passaram tranquilamente pelos oitavos de final do Sintra Portugal Pro, com o havaiano Tanner McDaniel e os brasileiros Sócrates Santana e Matheus Bastos a vencerem os seus heats.

Referência também para os triunfos dos portugueses Pedro Veigas, Isaac Moreira, André Lopes e Miguel Ferreira, que assim garantiram presença nos quartos de final da competição.



“Tops” nacionais entram amanhã

Amanhã é o dia de alguns dos mais cotados bodyboarders nacionais entrarem em acção, casos de Hugo Pinheiro, Dino Carmo, Silvano Lourenço e Manuel Centeno. Tó Cardoso, o mais cotado português da actualidade no “ranking” APB (14º lugar), só compete a partir do terceiro round.

Manuel Centeno, o único atleta masculino português a vencer o Sintra Portugal Pro (em 2003), já passou hoje pela Praia Grande para treinar e mostrou-se determinado em conseguir arrancar um bom resultado.

“O meu primeiro objectivo passa por qualificar-me para a terceira ronda”, adiantou o 9 vezes campeão nacional, não se inibindo de apontar posições concretas:

“Considero um 9º lugar uma posição mediana. Tudo abaixo disso, seria um mau resultado. E, obviamente, procuro melhor que o 9º lugar, idealmente, até um pódio.”